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GIB ganha mascote e moderniza seu site

Com novo plano de comunicação, a Gib têm como objetivo reforçar a ligação da marca com o seu principal item do mix de produtos: a manta de subcobertura DURALFOIL. Faz parte desse plano um simpático mascote, usado em divulgações internas e externas, que transmite simpatia e aproxima a empresa de seu público consumidor.

Outra novidade é a reformulação e modernização do site da empresa GIB e agora com novo hotsite  exclusivo do DURALFOIL na internet. O endereço www.gib.com.br ganhou novos layout e textos institucionais, e terá atualização constante, tornando-se ainda mais dinâmico, funcional e fácil de navegar.
 

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Informativo sobre subcobertura
Criação de frangos, condições ambientais


Estudo sobre o efeito de Isolamento térmico de telhado sobre o desempenho da criação de frangos

Revista Avicultura - 2008


A produção de proteína em larga escala, como é o caso da avicultura, enfrenta nos países de clima tropical constante conflito com as condições ambientais, mais especificamente com o calor acima do nível de conforto e até do compatível com a vida da ave.
CAMPOS (1995) citou a criação de aves em alta densidade como um dos avanços recentes da avicultura. Esta prática dá bons resultados, porém tem como principal empecilho às condições ambientais das instalações tradicionalmente usadas.


Como conseqüência do aumento da densidade, cita-se a maior produção de subprodutos das atividades metabólicas das aves, como calor, maior quantidade de excretas, umidade da cama e mais amônia no ar. Ainda segundo CAMPOS (1995), altas temperaturas e problemas com ventilação influem no desempenho das aves.


ELWINGER (1995), estudando o efeito da densidade populacional na produção de frangos de corte e nas condições ambientais, concluiu que o aumento da densidade influenciou negativamente o crescimento das aves e levou à maior concentração de umidade, amônia e CO2 no ar, no período próximo ao abate das aves.
COELHO (1989) e GOLDFLUS (1994), pesquisando os efeitos do aumento da densidade de criação de frangos de corte, constataram redução no consumo alimentar e no peso final da ave e melhora na conversão alimentar. Contudo, o aumento da densidade promoveu acréscimos significativos na produção de carne por unidade de área.


Os autores relataram ainda que, se as condições ambientais não forem adequadas, as perdas no desempenho e em mortalidade, devido ao calor, podem superar o progresso obtido com a maior produção por área.


O acondicionamento térmico natural, sem o uso de aparelhos, tem como recursos a adequada locação do galpão, a orientação, a ventilação natural e o uso de materiais de grande capacidade calorífica, que resistam às mudanças bruscas de temperaturas, como os isolantes térmicos de telhado. O acondicionamento térmico natural, por ser mais barato, deve ser buscado antes dos equipamentos de acondicionamento térmico artificial (TINÔCO, 1995).


O Uso do isolante térmico

O telhado recebe a radiação solar e a transmite para o interior da instalação. O fator mais importante é a quantidade desta radiação que chega até as aves, a qual é determinada pelo tipo de material da cobertura ou pela presença de um isolante térmico abaixo desta.


Segundo o autor, o isolamento térmico é, geralmente, o meio mais eficiente e econômico de melhorar as condições ambientais de edificações em geral (NÄÄS, 1994). O uso de forro sob o telhado é um dos tipos de isolamento térmico mais usados, o qual melhora o conforto das aves, reduzindo a transmissão térmica e aumentando sua inércia.


Outro efeito importante relacionado à transmissão térmica é a diminuição da amplitude térmica no galpão, que, se for grande, pode trazer sérios prejuízos às aves (NÄÄS et al., 1995). De acordo com MCFERRAN (1993), galpões com bom isolamento térmico oferecem melhor retorno econômico e reduzem o aparecimento de dermatites causadas pela maior umidade na cama. O autor comentou ainda que o maior prejuízo resultante de camas excessivamente úmidas é visto por meio da piora da conversão alimentar das aves.


Material e Métodos
O experimento foi realizado no aviário experimental da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias - UNESP, Campus de Jaboticabal. O galpão utilizado possuía 27 m de comprimento por 8 m de largura, pé direito de 2,50 m, cobertura de telhas de fibrocimento e orientado no sentido norte-sul.


O galpão foi dividido em dois ambientes. No primeiro foi colocado o isolante térmico tipo lâmina, composto por "foil" de alumínio em ambas as faces, unidas por uma lâmina de papel Kraft de alta densidade, que foi instalado como forro 15 cm abaixo da cobertura. No segundo ambiente, a cobertura não sofreu qualquer tipo de isolamento, representando o galpão convencional. Cada ambiente possuía 24 unidades experimentais. Foi instalada uma barreira com o isolante térmico que separava totalmente os dois ambientes, de forma a não haver contado ou influência entre eles. Dentro de cada ambiente, foram distribuídos 1664 pintos de corte (machos e fêmeas) de um dia da linhagem Hubbard, em um delineamento experimental inteiramente casualizado, em um esquema fatorial 3 x 2, sendo estudadas três densidades (10, 16 e 22 aves/m2) e dois sexos, com quatro repetições.


Como não houve interação entre os ambientes, utilizou-se para a sua comparação a análise conjunta. O cálculo do número de aves por box descontou a área dos equipamentos. Os índices zootécnicos avaliados aos 45 dias de idade das aves foram consumo de ração, ganho de peso, conversão alimentar, mortalidade e produção por área (kg/m2).


Resultados e Discussão

O isolante térmico influenciou o ambiente, mantendo a temperatura no interior do ambiente com isolante térmico, no mínimo, igual e, na maior parte do tempo, mais baixa que no ambiente sem isolante térmico.
A carga térmica radiante foi maior no ambiente com isolante térmico nas horas mais frias do dia (6 e 18 h) e menor nas demais horas do dia, quando a incidência solar é mais intensa. Esse comportamento, chamado de inércia térmica, indica que o ambiente com isolante resistia às mudanças bruscas de temperatura que ocorrem no decorrer do dia, mantendo a temperatura mais constante, isto é, reduzindo a amplitude térmica, o que, de acordo com NÄÄS et al. (1995), é favorável à criação das aves.


Pode-se afirmar que, a partir das 12 horas, quando a temperatura externa foi elevada pela radiação solar mais intensa, a interna no ambiente com isolante foi mais elevada no nível do teto que no ambiente sem isolante térmico, mas a temperatura das aves para o mesmo instante foi inferior no ambiente com isolante térmico, indicando que o isolante reteve o calor junto a si, porém transmitiu menos calor para dentro do galpão que a cobertura convencional.


O ambiente com isolante apresentou maior umidade relativa do ar na maior parte do dia, demonstrando que seu uso pode dificultar a perda de umidade do ambiente.


O ambiente em que se utilizou o isolante térmico proporcionou às aves, maior consumo de ração ganho de peso e melhor conversão alimentar que o ambiente sem isolante térmico.


A redução do consumo de ração, observada nas aves criadas no ambiente mais quente (sem isolante térmico), está de acordo com RUTZ (1994), o qual relatou que, ao se elevar a temperatura ambiental, o consumo de alimento é reduzido, na tentativa de manter a homeotermia.


Observou-se diminuição de 4,06% na mortalidade das aves, no ambiente com isolante térmico em relação ao ambiente sem isolante térmico. Além disso, o uso do isolante proporcionou aumento de 4,7 % na produção por área em relação ao ambiente sem isolante térmico.


Estes resultados estão de acordo com GONZALES et al. (1990), os quais observaram que frangos sofrendo estresse térmico pelo calor consumiram menos ração, ganharam menos peso e tiveram menor eficiência alimentar em relação às aves sem estresse térmico.

Conclusões
O uso do isolante térmico alterou significativamente o ambiente interno do galpão, diminuindo a temperatura ao nível das aves e a amplitude térmica, refletindo em melhora no desempenho das aves nesse ambiente.
O uso do isolante térmico não alterou a cama de aviário, à exceção da menor porcentagem de nitrogênio na cama do ambiente com isolante térmico.



 

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