4
DÚVIDAS - ISOLAMENTO TERMICO
O que são subcoberturas DURALFOIL?
São mantas instaladas abaixo de qualquer telhado para proteger o forro, laje, madeiramento e, principalmente, o ambiente interno de indesejáveis goteiras, poeira, vento, ruídos, calor e frio.
Quais são as vantagens em se utilizar as subcoberturas DURALFOIL?
Nossas mantas são de fabricação exclusiva e nacional, não utilizamos qualquer processo de terceirização, o que faz com que utilizemos rígidos padrões de qualidade e controle, adequando nossas subcoberturas DURALFOIL à normatização ABNT NBR 15567. Garantia total de fábrica há mais de 40 anos no mercado e pioneira na introdução de subcobertura no Brasil.
Como a subcobertura DURALFOIL, tão fininha, pode barrar o calor?
O DURALFOIL é um excelente isolante térmico porque é composto principalmente por folha de alumínio com 99% de pureza e uma emissividade inferior a 10%, isto faz da subcobertura DURALFOIL uma Barreira Radiante.
Uma única camada de material refletivo instalada apropriadamente entre o telhado e o forro pode reduzir aproximadamente 95% da energia térmica que seria transferida por radiação para o interior da construção sem a barreira. As barreiras radiantes são muito efetivas também em paredes que recebem incidência direta do sol, como por exemplo, nas paredes orientadas para o lado poente do sol.
Como  posso avaliar as subcoberturas? Quanto mais grossa melhor seu isolamento?
Não, a espessura maior não garante nem mais isolamento nem maior resistência mecânica e durabilidade. Produtos com menos de 1 mm bem instalados podem barrar mais calor que produtos com 1 cm.
A subcobertura DURALFOIL funciona tanto para o CALOR quanto para o FRIO?
Sim, no verão reduz a radiação térmica (calor) de fora para dentro. E no inverno reduz a massa de ar frio de fora para dentro, através do telhado.
Se eu utilizar a subcobertura DURALFOIL no meu telhado, no inverno minha casa vai ficar mais fria ainda?
Não, no inverno a subcobertura DURALFOIL contribui para o conforto, reduzindo as perdas de calor, isto é, a casa vai esfriar mais devagar, mantendo, assim, a sua casa com melhor conforto térmico.
Quando desejar somente a função de isolamento térmico, é necessário retirar as telhas do meu telhado?
Não, DURALFOIL é uma barreira radiante, por este motivo funciona como isolante térmico desde que exista uma camada de ar em uma das faces da subcobertura, dessa forma, você pode instalar a manta pregando ou grampeando abaixo dos caibros. Veja ficha de instalação.
A subcobertura DURALFOIL funciona igual a uma lã de vidro ou um isopor?
Não, esses isolantes térmicos tradicionais (lãs minerais, espumas rígidas de plástico, etc.) barram o calor pelo fato de conterem grande quantidade de ar ou outros gases aprisionados no interior de pequenas células, reduzindo as trocas de calor por condução. Já o DURALFOIL é uma barreira refletiva, proporcionando igual ou melhor eficiência térmica dependendo da sua necessidade e forma de instalação, principalmente.
Uma subcobertura com um lado de alumínio funciona igual a uma subcobertura com dois lados de alumínio? Qual a diferença e recomendação da GIB?
Sempre que uma face de alumínio está instalada de maneira que não se encoste a outro material (afastada no mínimo 2 cm), esse conjunto (Face de alumínio + Ar) funciona como isolante térmico de alto desempenho. Por isso, subcoberturas DURALFOIL com dois lados de alumínio funcionam melhor como isolante térmico, impermeável. No entanto, as subcoberturas DURALFOIL com um lado de alumínio duram mais se esse lado estiver virado para as telhas, dessa forma possuem um isolamento térmico de baixo desempenho, pois com o passar do tempo instalada, sofre acumulo de poeira, sujeira e poluição reduzindo assim a sua eficiência térmica e mantendo mais sua condição de barreira para goteiras.

Recomendação da GIB: sempre que estiver à procura de uma subcobertura para isolamento térmico como principal função, além de ter todas as funções utilize: DURALFOIL 50, TERMOFOIL, DURALFOIL EXTRA, DURALFOIL MULTI/2, já para problemas com goteiras somente, utilize: DURALFOIL SC, DURALFOIL ACQUA, DURALFOIL AL1.

O telhado deverá ser ventilado para a subcobertura DURALFOIL funcionar?
Não, o desempenho do DURALFOIL não depende da ventilação. A ventilação melhora o desempenho térmico da cobertura como um todo no verão e contribui para a remoção do eventual excesso de umidade.
A subcobertura DURALFOIL com um lado de alumínio funciona como isolante térmico?
Sim, mas para ter uma melhor eficiência térmica deve instalar sua face de alumínio para baixo, único modelo indicado com essa funcionalidade é o DURALFOIL SC (tem malha de reforço de fios de fibra de vidro, sem possibilidade de dilatação). Já no caso da face em alumínio ser instalada para cima, dessa forma, é indicado como isolante térmico de baixo desempenho, tendo uma vida útil mais prolongada como barreira para goteiras.
Todas as subcoberturas são isolantes térmicos?
Não, o desempenho das subcoberturas como isolantes térmicos varia de acordo com sua composição em ter uma ou duas faces em alumínio e também conforme são instaladas.
Após instalar a subcobertura DURALFOIL, de quanto será a redução da temperatura?
A redução da temperatura é influenciada por diversas variáveis externas que fogem ao controle de nós, fabricantes, como ventilação do ambiente, incidência solar na construção, geração de calor interno, etc. Podemos informar que ocorrerá uma redução de cerca de 95% do calor emitido pelo telhado para o ambiente interno.

Para conhecimento geral, em alguns testes e laudos de obras nas quais as subcoberturas DURALFOIL já foram instaladas, tivemos resultados alcançados de redução entre e 17°C.

Ao instalar a subcobertura DURALFOIL em equipamentos que se diferem de telhados, quantos graus suporta?
Nossas subcoberturas não são utilizadas para esse tipo de aplicação, somente as indicamos para isolamento térmico-impermeável de telhados, qualquer outro tipo de utilização é por conta e risco do comprador.
De que maneira a subcobertura DURALFOIL reduz o consumo de energia elétrica?
A instalação de subcobertura DURALFOIL em ambientes que climatizados diminuem a intensidade de btu's para resfriar ou aquecer o ambiente, favorecendo, assim,  que haja uma redução no consumo de energia.
O que é uma Barreira Radiante?
Barreira radiante é um material que dificulta a transferência de calor por radiação. A transferência de calor por radiação acontece quando a energia radiante emitida por um corpo se propaga até o outro, através do espaço que os separa. Sendo uma forma de transmissão de calor por ondas eletromagnéticas, a radiação não necessita de um meio material para se propagar, pode atravessar camadas de ar ou vácuo. A radiação é responsável pela transferência de 80% do calor que as telhas recebem para dentro da construção. A característica que determina quanto calor vai ser transferido por radiação é a emissividade. De acordo com a norma ABNT NBR 15567, para ser uma barreira radiante e, portanto, isolar termicamente por radiação uma cobertura, a subcobertura deve ser laminada com folhas de alumínio  e ter emissividade menor que 0,15, ou seja, deve refletir mais que 85% da radiação térmica incidente e, portanto emitir menos que 15%.

Últimas notícias
GIB ganha mascote e moderniza seu site

Com novo plano de comunicação, a Gib têm como objetivo reforçar a ligação da marca com o seu principal item do mix de produtos: a manta de subcobertura DURALFOIL. Faz parte desse plano um simpático mascote, usado em divulgações internas e externas, que transmite simpatia e aproxima a empresa de seu público consumidor.

Outra novidade é a reformulação e modernização do site da empresa GIB e agora com novo hotsite  exclusivo do DURALFOIL na internet. O endereço www.gib.com.br ganhou novos layout e textos institucionais, e terá atualização constante, tornando-se ainda mais dinâmico, funcional e fácil de navegar.
 

Leia Mais...
Informativo sobre subcobertura
Criação de frangos, condições ambientais


Estudo sobre o efeito de Isolamento térmico de telhado sobre o desempenho da criação de frangos

Revista Avicultura - 2008


A produção de proteína em larga escala, como é o caso da avicultura, enfrenta nos países de clima tropical constante conflito com as condições ambientais, mais especificamente com o calor acima do nível de conforto e até do compatível com a vida da ave.
CAMPOS (1995) citou a criação de aves em alta densidade como um dos avanços recentes da avicultura. Esta prática dá bons resultados, porém tem como principal empecilho às condições ambientais das instalações tradicionalmente usadas.


Como conseqüência do aumento da densidade, cita-se a maior produção de subprodutos das atividades metabólicas das aves, como calor, maior quantidade de excretas, umidade da cama e mais amônia no ar. Ainda segundo CAMPOS (1995), altas temperaturas e problemas com ventilação influem no desempenho das aves.


ELWINGER (1995), estudando o efeito da densidade populacional na produção de frangos de corte e nas condições ambientais, concluiu que o aumento da densidade influenciou negativamente o crescimento das aves e levou à maior concentração de umidade, amônia e CO2 no ar, no período próximo ao abate das aves.
COELHO (1989) e GOLDFLUS (1994), pesquisando os efeitos do aumento da densidade de criação de frangos de corte, constataram redução no consumo alimentar e no peso final da ave e melhora na conversão alimentar. Contudo, o aumento da densidade promoveu acréscimos significativos na produção de carne por unidade de área.


Os autores relataram ainda que, se as condições ambientais não forem adequadas, as perdas no desempenho e em mortalidade, devido ao calor, podem superar o progresso obtido com a maior produção por área.


O acondicionamento térmico natural, sem o uso de aparelhos, tem como recursos a adequada locação do galpão, a orientação, a ventilação natural e o uso de materiais de grande capacidade calorífica, que resistam às mudanças bruscas de temperaturas, como os isolantes térmicos de telhado. O acondicionamento térmico natural, por ser mais barato, deve ser buscado antes dos equipamentos de acondicionamento térmico artificial (TINÔCO, 1995).


O Uso do isolante térmico

O telhado recebe a radiação solar e a transmite para o interior da instalação. O fator mais importante é a quantidade desta radiação que chega até as aves, a qual é determinada pelo tipo de material da cobertura ou pela presença de um isolante térmico abaixo desta.


Segundo o autor, o isolamento térmico é, geralmente, o meio mais eficiente e econômico de melhorar as condições ambientais de edificações em geral (NÄÄS, 1994). O uso de forro sob o telhado é um dos tipos de isolamento térmico mais usados, o qual melhora o conforto das aves, reduzindo a transmissão térmica e aumentando sua inércia.


Outro efeito importante relacionado à transmissão térmica é a diminuição da amplitude térmica no galpão, que, se for grande, pode trazer sérios prejuízos às aves (NÄÄS et al., 1995). De acordo com MCFERRAN (1993), galpões com bom isolamento térmico oferecem melhor retorno econômico e reduzem o aparecimento de dermatites causadas pela maior umidade na cama. O autor comentou ainda que o maior prejuízo resultante de camas excessivamente úmidas é visto por meio da piora da conversão alimentar das aves.


Material e Métodos
O experimento foi realizado no aviário experimental da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias - UNESP, Campus de Jaboticabal. O galpão utilizado possuía 27 m de comprimento por 8 m de largura, pé direito de 2,50 m, cobertura de telhas de fibrocimento e orientado no sentido norte-sul.


O galpão foi dividido em dois ambientes. No primeiro foi colocado o isolante térmico tipo lâmina, composto por "foil" de alumínio em ambas as faces, unidas por uma lâmina de papel Kraft de alta densidade, que foi instalado como forro 15 cm abaixo da cobertura. No segundo ambiente, a cobertura não sofreu qualquer tipo de isolamento, representando o galpão convencional. Cada ambiente possuía 24 unidades experimentais. Foi instalada uma barreira com o isolante térmico que separava totalmente os dois ambientes, de forma a não haver contado ou influência entre eles. Dentro de cada ambiente, foram distribuídos 1664 pintos de corte (machos e fêmeas) de um dia da linhagem Hubbard, em um delineamento experimental inteiramente casualizado, em um esquema fatorial 3 x 2, sendo estudadas três densidades (10, 16 e 22 aves/m2) e dois sexos, com quatro repetições.


Como não houve interação entre os ambientes, utilizou-se para a sua comparação a análise conjunta. O cálculo do número de aves por box descontou a área dos equipamentos. Os índices zootécnicos avaliados aos 45 dias de idade das aves foram consumo de ração, ganho de peso, conversão alimentar, mortalidade e produção por área (kg/m2).


Resultados e Discussão

O isolante térmico influenciou o ambiente, mantendo a temperatura no interior do ambiente com isolante térmico, no mínimo, igual e, na maior parte do tempo, mais baixa que no ambiente sem isolante térmico.
A carga térmica radiante foi maior no ambiente com isolante térmico nas horas mais frias do dia (6 e 18 h) e menor nas demais horas do dia, quando a incidência solar é mais intensa. Esse comportamento, chamado de inércia térmica, indica que o ambiente com isolante resistia às mudanças bruscas de temperatura que ocorrem no decorrer do dia, mantendo a temperatura mais constante, isto é, reduzindo a amplitude térmica, o que, de acordo com NÄÄS et al. (1995), é favorável à criação das aves.


Pode-se afirmar que, a partir das 12 horas, quando a temperatura externa foi elevada pela radiação solar mais intensa, a interna no ambiente com isolante foi mais elevada no nível do teto que no ambiente sem isolante térmico, mas a temperatura das aves para o mesmo instante foi inferior no ambiente com isolante térmico, indicando que o isolante reteve o calor junto a si, porém transmitiu menos calor para dentro do galpão que a cobertura convencional.


O ambiente com isolante apresentou maior umidade relativa do ar na maior parte do dia, demonstrando que seu uso pode dificultar a perda de umidade do ambiente.


O ambiente em que se utilizou o isolante térmico proporcionou às aves, maior consumo de ração ganho de peso e melhor conversão alimentar que o ambiente sem isolante térmico.


A redução do consumo de ração, observada nas aves criadas no ambiente mais quente (sem isolante térmico), está de acordo com RUTZ (1994), o qual relatou que, ao se elevar a temperatura ambiental, o consumo de alimento é reduzido, na tentativa de manter a homeotermia.


Observou-se diminuição de 4,06% na mortalidade das aves, no ambiente com isolante térmico em relação ao ambiente sem isolante térmico. Além disso, o uso do isolante proporcionou aumento de 4,7 % na produção por área em relação ao ambiente sem isolante térmico.


Estes resultados estão de acordo com GONZALES et al. (1990), os quais observaram que frangos sofrendo estresse térmico pelo calor consumiram menos ração, ganharam menos peso e tiveram menor eficiência alimentar em relação às aves sem estresse térmico.

Conclusões
O uso do isolante térmico alterou significativamente o ambiente interno do galpão, diminuindo a temperatura ao nível das aves e a amplitude térmica, refletindo em melhora no desempenho das aves nesse ambiente.
O uso do isolante térmico não alterou a cama de aviário, à exceção da menor porcentagem de nitrogênio na cama do ambiente com isolante térmico.



 

Leia Mais...
© 2010 DURALFOIL - Isolante térmico para telhados
Digipronto